O espírito de servir: o caso do fotógrafo servidor!

Pessoas excelentes no que fazem conseguem ter desprendimento para servir? Um artista pode ter um comportamento servidor? Um profissional de alto gabarito seria capaz de ter desprendimento e ter a simplicidade suficiente para servir um cafezinho a um cliente?

Edson: o Fotógrafo Servidor!

Às vezes profissionais excelentes acabam demonstrando certa arrogância no tratamento dispensado a pessoas. Parece-me que os verdadeiros artistas, os profissionais verdadeiramente excelentes – não estou falando dos bons, estou falando dos melhores – carregam atributos cruciais para o mundo de hoje em dia: simplicidade e humildade.

Pois esta foi a experiência que tive, nos últimos dias do ano que findou. Dedico o artigo do dia para falar de gente servidora. Trato do caso do FOTÓGRAFO SERVIDOR.

Tudo começou desde o agendamento, quando solicitei a intervenção de uma pessoa amiga, para verificar com ele a possibilidade de determinada data, quando eu teria disponibilidade.

  • “Mande dizer a Kleber que ele venha no dia que for melhor para ele. Eu adequo minha agenda à dele. Diga a ele que eu estou à disposição dele” (Presteza e flexibilidade)

Ao chegar, pouco antes do horário combinado, logo sou avistado, e cumprimentado. Muito embora haja, no local, pessoal para recepcionar e encaminhar o cliente, o próprio Fotógrafo, me avistou, e já foi dizendo:

  • “Kleber, como vai. Que bom vê-lo. Sente aí um pouquinho, enquanto termino o que estou fazendo” (Atenção e presteza)

Não demora muito (alguns segundos) e lá vem ele, novamente:

  • “Aceita uma água? Um café?” (Mais presteza!)

Respondi afirmativamente. Simultaneamente, uma mocinha vem e pega a o material que eu trouxe para a seção de trabalhos.

  • “Com licença, deixe-me levar seu material lá para o estúdio” (Mais presteza!)

Opa, não só é o fotógrafo que é servidor, a mocinha da equipe também!

Dois minutos, e lá vem o Fotógrafo (de novo?)

Ele se dirige a mim, com um copo d’água, e informa que está concluindo uma orientação para um rapaz de sua equipe, e logo, logo virá… (Simplicidade e presteza!)

A esta altura eu já estava achando que ele havia esquecido o café! Eis que vem um dos técnicos em fotografia, com café e água. Opa, não só é o fotógrafo que é servidor, o técnico em fotografia também!

Daí em diante, foram alguns momentos de contínua demonstração de presteza, iniciativa, disposição, dedicação, responsabilidade, simplicidade, mantendo sempre o foco no serviço a ser executado, com elevado padrão de preocupação com a qualidade do resultado final a ser alcançado.

E, que dizer da qualidade das fotos?

Indescritível! Eu não estaria escrevendo tudo o que escrevi aqui se não tivesse a qualidade excepcional das imagens registradas.

Parabéns, Edson!

Pelo seu serviço, pela equipe, pelo respeito, atenção, dedicação, simplicidade, humildade e competência mas acima de tudo, pela qualidade do produto final!

Como diria Roberto Carlos, “o tempo não parou, e eu não vivo apenas por viver”

Em tempo:

A foto no blog, que passo a usar a partir de hoje, foi fruto do serviço de qualidade executado por Edson Vasconcelos, o fotógrafo servidor, descrito aqui.

6 comentários sobre “O espírito de servir: o caso do fotógrafo servidor!

  1. Kleber, obrigado por suas amáveis e gentis palavras. São também palavras verdadeiras, pois voce foi capaz de descrever algo que fazemos não só com pessoas importantes como voce, mais também com todos nossos clientes. É a nossa maneira de ser e viver, consolidando velhas amizades e conquistando novas.
    Estamos sempre aqui, humildemente a seu servir, mesmo que seja só para um 3×4… e o cafezinho também.

  2. Olá Kleber,

    Sou fotógrafo de Fortaleza, e tive o prazer de conhecer o Julio Vasconcelos em 2009 em Natal durante dois dias em um WS de Fotografia,. De vez em quando nos falávamos pelo twitter ou facebook, e duas vezes nos encontramos em São Paulo nos congressos de fotografia, mas bem superficial.

    Mas tive o prazer de realmente conhecer este lado do Júlio que escreveste, em agosto de 2011,quando passei um dia em João Pessoa e ele foi super atencioso, e me fez sentir valorizado, pois estava com minha esposa e minhas duas filhas pequenas, ele praticamente tirou seu dia para sair em João Pessoa conosco, me levando em locais e para rever amigos. Ele é tudo isso que falaste e mais alguma coisa. Minhas filhas já o chamavam de Tio Julio, rsrsrsr…

    Julio você é 10!

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