Tratando da Saúde no Céu! (Parte 1)

Como você costuma ser atendido, quando precisa tratar da saúde? Tem encontrado gente dedicada a servir? Ou tem encontrado pessoas que mais parecem interessadas no dinheiro ganho do que em sua saúde e bem estar? Qual a importância de encontrar pessoas servidoras, para tratar de um câncer, por exemplo?

Uma porta aberta para a esperança!
Uma porta aberta para a esperança!

Este artigo está dividido em duas partes. Na primeira, narro um episódio sobre uma paciente agradecida pelo atendimento que teve numa instituição de saúde. Na segunda identifico a instituição, e contextualizo a gestão daquela instituição que permite compreender a história narrada na primeira etapa.

O fim de semana do doutor, na beira do rio.

O doutor, Diretor de uma instituição de saúde, decidira passar o fim de semana, comemorando o aniversário, com a família, numa cidadezinha do interior. Em tempos de lei do bafômetro, tomou o cuidado de alugar um micro-ônibus que transportaria a todos, de forma segura, confortável, agradável.

Infelizmente, o tamanho do veículo não seria suficiente para levar colegas e amigos, com quem gostaria de compartilhar os momentos que viriam. Fora outra pessoa, viajaria somente com a família. Sendo a pessoa que é, foi informado pelos colegas e amigos, que haviam montado uma pequena caravana para, em seus próprios veículos, se deslocarem até o interior, a fim de participarem do fim de semana comemorativo.

Após chegarem ao destino, puderam, todos, desfrutar de momentos prazerosos, na primeira noite, em que houve a etapa inicial da comemoração. Parabéns, alegria e amizade não faltaram!

No dia seguinte, os amigos do doutor roubaram-no da família, levando-lhe a fazer um passeio, escolhendo como destino um local próximo a um rio.

Após algumas horas de diversão, e chegada a hora do almoço, encontraram um pequeno restaurante. Simples, caseiro, mas com jeito de bom lugar.

Ao serem recepcionados por funcionários do estabelecimento, tomaram seus lugares no salão, onde puderam usufruir da simplicidade interiorana.

Algum tempo depois, aparece uma senhora, com lenço na cabeça, parecendo ao doutor cena familiar. Logo pensou tratar-se de alguém que pudesse estar passando por tratamento quimioterápico. Mas, prudente e respeitoso, nada falou.

E a senhora, simpática e atenciosa, se aproxima da mesa, indagando aos presentes se estavam sendo bem servidos, se estavam gostando do ambiente, se precisavam de algo extra.

Ela explicou, de forma espontânea, que, por força de um tratamento de saúde, estava um pouco afastada do restaurante, e que, eventualmente, alguma coisa poderia não estar funcionando 100%, mas que, caso precisassem, ela estava por ali para atender qualquer solicitação.

O doutor, achando a cena do lenço na cabeça familiar, não se conteve diante de tanta gentileza, e decidiu falar:

  • Senhora, agradeço sua prontidão. E já que a senhora mencionou estar fazendo tratamento, posso lhe perguntar onde se tratou?
  • No céu! Respondeu a gentil senhora.

O doutor, foi ficando ainda mais curioso, e perguntou:

  • E o que a senhora fez, lá no céu?
  • Passei por uma cirurgia, senhor. A gentil senhora não sabia quem era o seu interlocutor, nem que ele era médico.
  • E quem lhe operou? Indagou ele.
  • Foi um santo, senhor! respondeu ela.
  • E a senhora terminou o seu tratamento senhora? Indagou o médico, investigando, de maneira respeitosa, sem invadir a privacidade da paciente.
  • Não senhor, agora estou fazendo quimioterapia.
  • E quem está lhe tratando, senhora? Indagou ele, já curioso sobre o seu papel de diretor e seus efeitos na equipe de atendimento.
  • Uma santa senhor! Eu fui diagnosticada com um câncer. E, depois do impacto inicial, passei a encarar a doença, e combatê-la. Foi aí que encontrei estes três remédios que estão me ajudando a superar: o céu, um santo e uma santa, ajudados por uma porção de anjos!

Onde fica o céu ?

Neste ponto o doutor não se conteve de curiosidade e, como médico mas também como gestor, fez a indagação seguinte:

  • Senhora, agradeço sua prontidão e gentileza, mas não estou conseguindo me conter de curiosidade. E tomo a liberdade, se a senhora me permitir, de fazer mais três perguntinhas.
  • Pois não, senhor, pergunte o que quiser.
  • Já que a senhora mencionou estar fazendo tratamento, posso lhe perguntar onde se tratou?
  • Foi na LIGA contra o Câncer, em Natal, senhor.
  • E o santo tem nome?
  • Tem senhor, o santo foi Dr. Fulano.
  • E a santa, senhora, tem nome?
  • A santa foi Dra. Fulana, senhor. E sabe por que chamei a todos de céu, santos e anjos, meu senhor?
  • Diga, senhora!
  • Por que todo o carinho, respeito, profissionalismo e atenção que recebi na LIGA, coisa que não se recebe em muitos lugares por aí, nada me custaram. Todo o meu tratamento nada me custou. Nada tive que pagar, para receber tudo o que aqueles santos e anjos me proporcionaram. Por isto, me senti no céu!

Quem são esses santos e santas?

Neste momento, desciam lágrimas dos olhos do doutor.

E os amigos, que haviam acompanhado o doutor para o passeio, estavam igualmente emocionados.

Somente a senhora, um pouco aturdida, parecia não entender o que se passava.

Foi quando um dos amigos do doutor explicou-lhe por que choravam todos.

  • Senhora, penso que a senhora acaba de presentear nosso amigo doutor com o melhor presente que ele poderia receber hoje, dia de seu aniversário.
  • De fato, não estou entendendo, senhor! Completou a senhora.
  • Este nosso velho amigo, que lhe fez as perguntas, é Dr. Ivo Barreto. Ele é um dos diretores da LIGA. O Dr. Fulano, o santo que lhe operou, é filho dele. A Dra. Fulana, que está lhe tratando, é filha dele. E os anjos, os funcionários da LIGA que lhe serviram ou estão lhe servindo, são direta ou indiretamente, crias de Dr. Ivo. Por tudo isto, hoje, quem está se sentindo no céu é ele!

Reflexão

Se você se interessou por esta história e quiser saber por que a senhora chamou a LIGA de céu, seus médicos de santos, e seus funcionários de anjos, leia o segundo artigo,  a ser publicado, neste Blog, na próxima semana.

Agradeço a Dr. Ivo Barreto, por ter-me autorizado a publicar a história aqui narrada.

A imagem incluída no início este artigo foi extraída do link

3 comentários sobre “Tratando da Saúde no Céu! (Parte 1)

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